02 setembro 2008

O SOPRO DO QUERUBIM

Nos infernos do Armagedon
Crio palavras que embelezam a tua alma
Vivo delírios dourados ensanguentados pelos teus beijos
Cerco-me pelos teus braços
Que afogam com doce açúcar os meus desejos
Nas fendas da noite dos teus gestos iluminados
Na tua voz molhada de prazer Eterno
Adormecida nas asas de um Querubim
As minhas palavras são bebidas na fonte dos devaneios
E dançam nas águas cristalinas da tua sabedoria
Que embelezam o meu corpo
Qual prazer de idolatria
Quando lavado pelas tuas lágrimas
Gotas cristalinas da tua Alma Eterna alimentam a minha sede
Chama do teu Fogo iluminam o meu Caminho
E a Magia da tua presença se enlaça com a minha
Num ritual sem tempo
E fogoso carinho
O criptar dos teus dedos beija o meu corpo
Imitindo um dourado som
Que chega ao meu coração
Libertando a vida
Em forma de vibração
E se propaga até te beijar a alma
Embebido no teu perfume
Até à mais sublime saturação
Na morada das mais belas flores plantadas por ti no teu jardim
Esperando que a água das primeiras chuvas abracem as suas pétalas
Que com o calor do Sol se evapora
E chega até mim através das brisas calmas
Num Amor sem fim
É o chamado Ciclo Eterno do Amor
Traduzido no Sopro do mais belo Querubim


15 julho 2008

NO MAR...


O Mar me chama
O Sal me vestirá
Onde o Sol me Ama
O meu corpo se bronzeará
Na Areia me enrolarei
Com as Conchas irei brincar
Mas as ondas beijarei
E o vento irei abraçar
Sob o Céu dormirei
E as Estrelas para mim cantarão
De todos vós me lembrarei
Com muita saudade e emoção
Até breve...
Beijinho doce

14 junho 2008

INVENÇÃO DO AMOR



Imagina-me fresca e perfumada

Após o banho...de vestido longo e solto

Esperando por ti

Para docemente ser amada

Faz-me arrepiar

Beija-me de cima abaixo

Sente o meu fogo crepitar

Arranca o meu vestido de amor sedento

E as minhas pernas irás tocar

Os meus seios beijar

O meu corpo abraçar

E neste ecran sorrindo verás

O amor que contigo invento...

23 maio 2008

Nasceste do Sol
Teu corpo combina todas as cores
Tua voz doce harmonia de várias notas
Que cantam os olhares dos teus amores
Banhas-te na água pura
Que jorra do meu corpo
Qual refresco de eterna cura
Proteges o feminino
Transportas a luz divina
E quando cansado repousas no crescente lunar
Embalando-te como se fosses um menino
Teu respirar é ameno vento
Que me toca para abraçar
Teus braços são árvores
Tuas pernas a terra
Tua boca as flores
De infindáveis sabores
Onde estás é sinal de prosperidade
Mas quando partes
E apesar da tua divindade
Seguir-se -à seguramente
A infelicidade